A DEH (Delegacia Especializada em Repressão a Homicídios) de Campo Grande está investigando se o corpo encontrado às margens da BR 262, próximo ao ‘lixão’ da capital, pode vir a ser de um dos suspeitos de matar o delegado Paulo Magalhães, no dia 25 de junho deste ano.
Segundo o delegado Cláudio Martins, responsável pelas investigações, por conta do estado de putrefação e membros arrancados do corpo, a Polícia afirma que a única medida para identificar o homem é o material genético. O corpo foi encontrado com sinais de tortura e queimaduras, sem cabeça e com as pernas e braços cortados
O delegado Martins não descarta a hipótese de que o homicídio possa ter sido praticado por acerto de contas por causa de droga ou que o homem tenha sido morto por alguém que queria mandar um recado. Segundo o jornal Campograndenews, dois supostos envolvidos na execução, o guarda municipal José Moreira Freitas e Antônio Benitez Cristaldo, estão presos e continuam negando qualquer participação no assassinato do delegado.