Na bolsa de apostas para o novo ministro da Fazenda do governo reeleito de Dilma Rousseff, surgiu o nome do comandante do BC (Banco Central), Alexandre Tombini. Tudo por causa da convocação súbita da presidente para que ele fosse à reunião do G20 que acontece em Brisbane, na Austrália, encontro que geralmente recebe apenas os chefes dos chefes, segundo publica a coluna de Thaís Herédia, no portal G1.
Alexandre Tombini é o candidato que faz mais sentido para assumir a cadeira de Guido Mantega. As especulações em torno de Henrique Meirelles e Nelson Barbosa, dois ex-participantes dos governos do PT, só agradavam ao partido de Lula. “As motivações de Dilma Rousseff, além de não serem satisfazer o comando petista, não incluem aceitar desafetos públicos em nome da unidade política”, escreve a colunista.
Por que Tombini é o aspirante com mais chances para ficar com o posto-chave do governo?, é a pergunta. A resposta: “Nos quase quatro anos em que comandou o BC, Tombini conseguiu “sobreviver” ao não cumprimento da meta de inflação; aos movimentos mais bruscos da taxa de juros desde o Plano Real; às seguidas intervenções no câmbio – ora para subir, ora para fazer descer a moeda americana; e, principalmente, à companhia exasperante do atual-quase-ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega”, publica.