Quem tentava visitar a página da HBGary nesta segunda-feira, via um texto que dizia que o site estava "em construção". Os hackers também entraram nas contas de correio eletrônico da empresa, entre elas do diretor-executivo da HBGary, Aaron Barr. Os e-mails roubados estavam disponíveis em um popular site em que usuários compartilham arquivos, afirmou Chester Wisniewski, da empresa de segurança Sophos em um comunicado.
O ataque à HBGary foi muito mais sofisticado que os ataques de negação de serviço (DDoS) cometidos pelo grupo no ano passado contra os sites de Amazon, Visa e Mastercard, aparentemente em retaliação pelas decisões destas empresas de deixar de oferecer seus serviços ao Wikileaks.
O Wikileaks desatou a ira de Washington porque publicou em 2010 centenas de milhares de cabos diplomáticos confidenciais e relatórios militares sobre Iraque e Afeganistão.
HBGary estava trabalhando para expor os culpados dos ataques anteriores e estava disposta a vender ao FBI informações sobre a identidade dos membros do Anonymous, segundo Wisniewski.