A decisão de esvaziar a região foi tomada depois do terremoto ocorrido hoje no Japão, que registrou magnitude de 8,9 graus na escala Richter, afetando principalmente o Nordeste do país. O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, convocou uma reunião de emergência e criou um comité de crise para monitorizar a situação.
Paralelamente, as autoridades japonesas pediram a ajuda das Forças Armadas dos Estados Unidos, cujas embarcações estão próximas à costa do Japão, para o socorro às vítimas do terremoto e do tsunami.
O ministro das Relações Exteriores do Japão, Takeaki Matsumoto, pediu o apoio de 47 mil soldados norte-americanos que pertencem a um quadro de assistência mútua – firmado entre os governos japonês e dos EUA.
Nas ruas, sem transporte público, paralisado em decorrência do terremoto, japoneses e estrangeiros que vivem no país tentam retornar para casa a pé, de bicicleta e de moto. Nas principais cidades japonesas, o uso do carro é limitado por causa da elevada qualidade do transporte público. As autoridades pediram para as pessoas evitarem a circulação, mas o apelo não foi atendido por todos.