Dilma tem reuniões com o presidente chinês, Hu Jintao, e o primeiro-ministro, Waing Oishan, e várias autoridades. O objetivo é intensificar as relações políticas e econômicas que se consolidaram como a mais fértil parceria do Brasil. A expectativa, segundo assessores que preparam a visita, é os chineses sinalizem em favor do Brasil em vários campos no cenário internacional.
Depois da posição favorável do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, à reforma do Conselho de Segurança, Dilma pretende abordar o assunto com Hu Jintao e Oishan. Criado em 1945, o conselho é formado por cinco países que ocupam assentos permanentes e dez que assumem as cadeiras de forma rotativa - por dois anos.
Pela atual estrutura ocupam vagas permanentes no conselho Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido. São integrantes provisórios Brasil, Turquia, Bósnia Herzegovina, Gabão, Nigéria, Áustria, Japão, México, Líbano e Uganda. Há uma série de propostas para a reforma do conselho. O governo brasileiro é favorável a aumentar de 15 para 25 vagas no órgão, sendo seis permanentes.