A Grã-Bretanha decidiu expulsar o embaixador da Líbia no país em consequência dos ataques contra as missões diplomáticas em Trípoli, entre elas a embaixada britânica, anunciou o chefe da diplomacia do país, William Hague.
Hague confirmou as informações de que a representação diplomática britânica na capital líbia foi destruída e mencionou ataques a embaixadas de outros países.
"Em consequência, eu tomei a decisão de expulsar o embaixador líbio. Ele é 'persona non grata' em acordo com o artigo nove da Convenção de Viena sobre as Relações Diplomáticas e tem 24 horas para deixar o país", declarou o secretário do Foreign Office.
"Os ataques contra as missões diplomáticas não debilitarão nossa resolução de proteger a população civil na Líbia", completou.
Londres retirou de Trípoli seu embaixador no início do conflito e não tinha representante na capital líbia. Mas em Benghazi, reduto dos rebeldes, há uma equipe diplomática britânica.
Na Itália, a chancelaria também confirmou que a sede diplomática do país em Trípoli foi alvo de atos de vandalismo.
Segundo a imprensa, a embaixada italiana e a residência do embaixador foram saqueadas. A representação da Itália na Líbia foi fechada em março após o início do conflito neste país.
A Itália, antiga potência colonial na Líbia e que já foi o maior sócio comercial deste país produtor de petróleo, foi objeto de duras ameaças no sábado por parte de Muamar Al Qathafi, que prometeu uma guerra contra a península.
Morre filho de Kadhafi
Na noite deste sábado, o filho mais novo do líder líbio Muamar Al Qathafi, Saif al-Arab Qathafi, foi morto durante um ataque aéreo da Otan, anunciou um porta-voz do regime em Trípoli. Saif al-Arab tinha 29 anos.
"A casa de Saif al-Arab Muamar Qathafi(...), o mais jovem dos filhos do Guia, foi atacada com meios potentes. O Guia e sua esposa estavam na casa com amigos e parentes" e estão sãos e salvos, declarou o porta-voz do governo, Mussa Ibrahim durante uma entrevista coletiva à imprensa.
Em Benghazi, houve comemoração com tiros para o alto disparados por rebeldes durante a madrugada de sábado para domingo após o anúncio da morte de Saif al-Arab, constatou um jornalista da AFP.
Hague confirmou as informações de que a representação diplomática britânica na capital líbia foi destruída e mencionou ataques a embaixadas de outros países.
"Em consequência, eu tomei a decisão de expulsar o embaixador líbio. Ele é 'persona non grata' em acordo com o artigo nove da Convenção de Viena sobre as Relações Diplomáticas e tem 24 horas para deixar o país", declarou o secretário do Foreign Office.
"Os ataques contra as missões diplomáticas não debilitarão nossa resolução de proteger a população civil na Líbia", completou.
Londres retirou de Trípoli seu embaixador no início do conflito e não tinha representante na capital líbia. Mas em Benghazi, reduto dos rebeldes, há uma equipe diplomática britânica.
Na Itália, a chancelaria também confirmou que a sede diplomática do país em Trípoli foi alvo de atos de vandalismo.
Segundo a imprensa, a embaixada italiana e a residência do embaixador foram saqueadas. A representação da Itália na Líbia foi fechada em março após o início do conflito neste país.
A Itália, antiga potência colonial na Líbia e que já foi o maior sócio comercial deste país produtor de petróleo, foi objeto de duras ameaças no sábado por parte de Muamar Al Qathafi, que prometeu uma guerra contra a península.
Morre filho de Kadhafi
Na noite deste sábado, o filho mais novo do líder líbio Muamar Al Qathafi, Saif al-Arab Qathafi, foi morto durante um ataque aéreo da Otan, anunciou um porta-voz do regime em Trípoli. Saif al-Arab tinha 29 anos.
"A casa de Saif al-Arab Muamar Qathafi(...), o mais jovem dos filhos do Guia, foi atacada com meios potentes. O Guia e sua esposa estavam na casa com amigos e parentes" e estão sãos e salvos, declarou o porta-voz do governo, Mussa Ibrahim durante uma entrevista coletiva à imprensa.
Em Benghazi, houve comemoração com tiros para o alto disparados por rebeldes durante a madrugada de sábado para domingo após o anúncio da morte de Saif al-Arab, constatou um jornalista da AFP.