De acordo com fontes britânicas citadas pelo periódico, as forças do Reino Unido desdobradas no país asiático devem reduzir-se em número superior aos 450 militares anunciados pelo primeiro-ministro do país, David Cameron.
Desta forma, o Reino Unido irá acelerar seus planos de saída do Afeganistão se os EUA se anteciparem, e "o mais importante é que seja observado que fazemos isto em concordância com os americanos", declarou ao periódico uma autoridade do governo britânico.
Em artigo publicado no mesmo diário, Sherard Coper-Cowles, ex-enviado especial britânico a Afeganistão e Paquistão, insiste que o governo de seu país deveria insistir em repatriar mais rapidamente suas tropas do que desejam alguns generais.
"A questão a decidir é o calendário de saída do reforço de 30 mil soldados (dos EUA)", assinala o tenente-general David Barro, ex-comandante das forças americanas no Afeganistão, citado também pelo "The Times".