A Grã-Bretanha, uma das principais participantes estrangeiras na campanha para afastar Qathafi, expulsou os diplomatas do governo dele de Londres e convidou o Conselho Nacional de Transição, dos rebeldes, para substituí-los.
Qathafi vem zombando dos esforços para pôr fim a seus 41 anos no poder e resistindo ao avanço rebelde, agora paralisado, e aos ataques aéreos lançados pela Otan contra suas forças e sua infraestrutura militar.
Esta semana a França e a Grã-Bretanha desistiram da exigência de que Qathafi deixe o país como parte de qualquer acordo possível - um abrandamento em sua posição que é indicativo de uma ansiedade crescente para encerrar o conflito, que já dura cinco meses.
Na quarta-feira, porém, o líder rebelde Mustafa Abdel Jalil disse que um mês atrás o CNT ofereceu-se a deixar Qathafi permanecer na Líbia, desde que renunciasse ao poder primeiro, mas que esta oferta agora terminou.
"A oferta não é mais válida", disse Abdel Jalil a repórteres na cidade de Benghazi, sob controle dos rebeldes.
A proposta foi feita um mês atrás por meio do enviado da ONU Abdel Elah al-Khatib, vinculada a um prazo de 15 dias, disse ele. Os 15 dias já terminaram.