Os manifestantes reivindicam mais investimentos públicos na educação, principalmente no ensino superior, que atualmente é controlado pelo setor privado no país. De acordo com os organizadores do protesto, o objetivo é manter as manifestações ao longo do dia.
Ontem (8) vários manifestantes, em diversas cidades chilenas, fizeram caminhadas batendo panelas e gritando palavras de ordem. Enquanto isso, sindicatos analisam as possibilidades de paralisações e greve de fome. Mais uma vez na última noite houve embates entre os manifestantes e os policiais, que usaram bombas de gás lacrimogêneo e água para dispersar os protestos.
Na semana passada, o governo do presidente do Chile, Sebastián Piñera, divulgou um plano de reforma educacional. Mas as medidas foram rejeitadas pelos professores e estudantes. Para os estudantes e os professores, as medidas são insuficientes e não atendem às demandas desejadas. A série de protestos no Chile começou no mês passado e agravou-se nos últimos dias.