Nos 42 anos em que esteve no poder, Qathafi manteve estreitas ligações com alguns partidos e organizações latino-americanas, como a Frente Sandinista de Libertação Nacional da Nicarágua. A legenda nicaraguense começou como grupo e depois se organizou como partido, em 1961.
“Se Qathafi tiver que morrer, é na Líbia que irá morrer”, disse Suárez, que qualificou como uma “série de disparates” os rumores de que o líder poderia pedir asilo à Bolívia, Nicarágua ou Venezuela.
Para Suárez, a opinião pública deverá eliminar “o fantasma de um asilo [político]” no que se refere a Qathafi. Não há informações sobre o paradeiro do líder líbio. Suárez acrescentou que o próximo passo das “potências do Ocidente” é controlar os outros países daquela região africana, “sobretudo a Síria”. “Querem o controle absoluto dessa região porque é fonte de petróleo”, disse.