Segundo Hillary, as sanções ao setor petrolífero privarão o país de lucros. De acordo com a secretária, a privação servirá para pressionar o presidente sírio, Bashar Al Assad, que mantém forte repressão aos protestos populares.
Além de propostas de restrição ao mercado de petróleo na Síria, a União Europeia debaterá a ampliação da ordem de congelamento de bens e aplicações de autoridades ligadas a Assad e a interdição de viagens de sírios a países ligados à comunidade internacional.
As manifestações na Síria ocorrem há quase seis meses. Porém, nos últimos dias, elas se intensificaram principalmente porque as forças leais a Assad aumentaram a pressão contra os protestos com violência e denúncias de abusos e violações.
A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que cerca de 2 mil pessoas foram mortas durante os seis meses de protestos. Novas manifestações são aguardadas para hoje.