A Interpol informou que a ordem de prisão de Saadi se baseia em acusações de roubo e intimidação. Segundo as investigações, Saadi roubou propriedades e está envolvido em denúncias de ações de intimidação armada quando dirigia a Federação de Futebol líbia.
Saadi era o comandante das forças especiais do país. Há ainda investigações em curso sobre denúncias de que ele foi responsável por ordens de repressão a manifestantes na Líbia. Segundo a Interpol, em casos assim o processo fica submetido à Organização das Nações Unidas (ONU).
No comunicado, a Interpol informa que Saadi, de 38 anos, foi visto pela última vez no Níger, país vizinho à Líbia. Parte da família de Qathafi – a mulher e três filhos – pediu abrigo ao país. O governo do Níger aceitou o pedido alegando razões humanitárias, na ocasião a filha de Qathafi estava prestes a ter um bebê.