O anúncio foi feito em entrevista coletiva em Londres pelo fundador do Wikileaks, Julian Assange, que está retido no Reino Unido à espera da conclusão de um julgamento de extradição para a Suécia sob a acusação de supostos abusos sexuais.
O Wikileaks destacou que suspende a divulgação de documentos secretos oficiais perante "o bloqueio arbitrário e ilegal" realizado por empresas americanas como Bank of America, Visa, MasterCard, PayPal e Western Union, que dificultaram o acesso a fontes de financiamento.