A Anistia Internacional informou que recebeu relatos de pessoas feridas, que teriam sido levadas de hospitais por forças do governo. Os pacientes também contaram ter visto médicos e enfermeiros sendo presos e torturados por cuidarem de manifestantes.
Alguns médicos disseram à ONG que os feridos estão procurando tratamento médico em clínicas privadas. No entanto, essas clínicas não têm estoques de medicamentos e material suficientes para tratar os casos mais graves. A Organização das Nações Unidas (ONU) e entidades civis estimam que mais de 3 mil pessoas foram mortas nos sete meses de protestos na Síria.
Desde março, Assad é alvo de manifestações. Os protestos cobram sua renúncia por suspeitas de violação de direitos humanos, desrespeito aos princípios democráticos e denúncias de corrupção. A comunidade internacional, incluindo o Brasil, exige o fim da repressão no país e a busca pelo diálogo com a oposição e os civis.