O gasto do consumidor aumentou 0,6 por cento, informou o Departamento de Comércio nesta sexta-feira, após alta de 0,2 por cento em agosto.
Embora a alta do consumo pessoal --que é responsável por cerca de 70 por cento da atividade econômica dos EUA-- tenha acontecido às custas da poupança, analistas disseram que os dados ainda são bons sinais para o quarto trimestre.
O cenário também foi ajudado pelo aumento da confiança do consumidor neste mês, e economistas esperam que o humor melhore ainda mais, enquanto os mercados de ações se recuperam dos tombos recentes.
O índice de confiança Thomson Reuters/Universidade de Michigan subiu de 59,4 em setembro para 60,9 em outubro. A pesquisa preliminar deste mês viu declínio para 57,5.
"O risco maior é o declínio na taxa de poupança, que pode resultar em um recuo no crescimento dos gastos se os consumidores tentarem reconstruir rapidamente suas economias", disse John Ryding, economista-chefe da RDQ Economics em Nova York.
A taxa de poupança caiu para 3,6 por cento, a mais baixa desde dezembro de 2007, comparado a 4,1 por cento em agosto.
Outro relatório, do Departamento de Trabalho, mostrou que os salários subiram 0,3 por cento no terceiro trimestre --a menor alta em um ano--, após ganho de 0,4 por cento no trimestre anterior.