Segundo Cháves, chegarão novos equipamentos de alta tecnologia de defesa. “São equipamentos novos que requerem pessoas altamente qualificadas, e ademais, muito patriotas”. O pronunciamento do líder venezuelano, que aconteceu durante um comício de seu partido, foi transmitido pela televisão estatal.
Ele observou que começam a chegar os sistemas de defesa aérea, novos batalhões de tanques e unidades de artilharia e costa montanha. "Nós precisamos defender o país. Vocês vêem como é o mundo (...) Para que ninguém se atreve a vir aqui, , aplicando a fórmula usada na Líbia ou onde que quer que seja", declarou o chefe de Estado, prevendo que, “se se atreverem, lhes custará muito caro. "
Em agosto, Chávez confirmou que seu governo conseguiu em Moscou um crédito de US$ 4 bilhões para "reforçar e fortalecer” a cooperação técnico-militar, mas que parte desta verba também irá para projetos de petróleo e empresa de gases industriais.
Ele observou na época, após reunião com o ministro do Exterior russo Sergey Lavrov, que a cooperação militar de Caracas com Moscou tem como objetivo principal "reforçar a capacidade de defesa" de seu país.
De acordo com a corporação estatal russa de exportação de armas, a Venezuela comprou cerca de US$ 11 bilhões de dólares em armas nos últimos cinco anos, tornado-se o principal importador de armas russas na América Latina.
Ele observou na época, após reunião com o ministro do Exterior russo Sergey Lavrov, que a cooperação militar de Caracas com Moscou tem como objetivo principal "reforçar a capacidade de defesa" de seu país.
De acordo com a corporação estatal russa de exportação de armas, a Venezuela comprou cerca de US$ 11 bilhões de dólares em armas nos últimos cinco anos, tornado-se o principal importador de armas russas na América Latina.