O índice FTSEurofirst 300 fechou em queda de 1,82 por cento, aos 999 pontos.
No mês, houve alta de 8,3 por cento, a primeira elevação mensal desde abril e a maior desde julho de 2009.
A bolsa italiana foi destaque, com perda de 3,8 por cento, acompanhando a alta do rendimento do título de 10 anos do país acima de 6 por cento em meio à pressão para o governo conter os problemas de dívida.
"Os renovados temores sobre a dívida italiana são um sinal do nervosismo dos investidores. As medidas definidas durante a cúpula da semana passada, que falhou em reduzir os rendimentos italianos, precisam ter clareza e ser colocadas em prática rapidamente", disse Arnaud Poutier, co-diretor do IG Markets France.
O índice de ações dos bancos da zona do euro teve forte queda, impactado também pelo colapso da MF Global's.
O Deutsche Bank perdeu 8,2 por cento e o Société Générale caiu 9,4 por cento.
Em Londres, o índice Financial Times fechou em baixa de 2,77 por cento, a 5.544 pontos.
Em Frankfurt, o índice DAX recuou 3,23 por cento, para 6.141 pontos.