Motoristas ficaram parados no trânsito, na cidade de Pozzuoli, nos arredores de Nápoles, por causa dos deslizamentos de lama e das cheias dos rios. Nem as igrejas escaparam: várias delas ficaram inundadas e as missas foram canceladas ontem (6).
A cidade de Pompeia, um dos principais polos de turismo do país, também foi atingida. Por medida de segurança, as autoridades impediram a visitação ontem. Nos aeroportos das regiões Sul e Noroeste, a orientação foi para suspender pousos e decolagens.
Em Gênova, onde as inundações provocaram a morte de seis pessoas, o Ministério Público instaurou inquérito para apurar se a catástrofe poderia ter sido evitada ou pelo menos prevenida. As regiões da Ligúria e da Toscânia foram afetadas pelas inundações, que fizeram dez mortos e geraram danos materiais.
A presidenta da Câmara de Gênova, Marta Vincenzi, foi criticada por não ter fechado as escolas nem ter impedido a circulação de automóveis. Para as autoridades, as inundações no país são as piores dos últimos 41 anos.