Para Uribe, Chávez protegia os guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). O venezuelano negava. Mas o assunto foi parar na Organização dos Estados Americanos (OEA). Ontem (28), o clima era outro. Os 11 acordos foram assinados em Caracas, no Palácio de Miraflores (sede do governo venezuelano).
Santos disse que a definição de um tratado de comércio livre com a Venezuela é “uma boa decisão” porque permitirá aumentar o intercâmbio comercial bilateral para mais de US$ 7 bilhões por ano. A Colômbia e a Venezuela decidiram ainda avançar com o projeto de criação de um oleoduto entre os dois países e a expansão do gasoduto colombiano António Ricaurte até o Panamá e o Equador.
Na quinta-feira (1º), a presidenta Dilma Rousseff desembarca em Caracas para a Cúpula Presidencial da Comunidade da América Latina e Caribe (Celac) e uma reunião com os presidentes da Venezuela e da Argentina, Cristina Kirchner.