O ministro do Meio Ambiente da Itália, Corrado Clini, disse nesta segunda-feira que pode declarar situação de emergência à medida que começou um vazamento de material líquido do navio de cruzeiro Costa Concordia, que encalhou e tombou na costa oeste do país com 2,3 mil toneladas de combustível.
Os tanques de combustível do navio estavam cheios quando o navio naufragou na sexta-feira. Ele havia acabado de deixar o porto de Civitavecchia, ao norte de Roma, para um cruzeiro de uma semana pelo Mediterrâneo.
Clini disse que ainda não é possível confirmar se o vazamento é de combustível, mas adiantou que barreiras de proteção já estavam sendo instaladas ao redor da embarcação.
"O monitoramento continua tomando decisões com o objetivo de evitar os riscos ambientais", disse Clini em entrevista coletiva.
As equipes de resgate retiraram seis corpos da embarcação e as autoridades afirmam que permanecem desaparecidos 16 dos 4.200 passageiros e tripulantes.
A área onde o navio naufragou, perto da ilha de Giglio, é um parque marinho conhecido por suas águas cristalinas e pela diversidade da vida marinha e dos corais. Ela também é mundialmente reconhecida como um excelente local para mergulho.
"O risco ambiental na ilha de Giglio é muito, muito alto", acrescentou o ministro. "O objetivo é evitar o vazamento de combustível do navio. Estamos trabalhando para evitar isso. É urgente e o tempo está se esgotando."
A embarcação de 290 metros de comprimento permanece sobre um banco de rochas submarinas com entre 15 e 20 metros de água. As equipes de resgate, porém, temem que ela deslize e caia de forma abrupta em águas muito mais profundas.
Os tanques de combustível do navio estavam cheios quando o navio naufragou na sexta-feira. Ele havia acabado de deixar o porto de Civitavecchia, ao norte de Roma, para um cruzeiro de uma semana pelo Mediterrâneo.
Clini disse que ainda não é possível confirmar se o vazamento é de combustível, mas adiantou que barreiras de proteção já estavam sendo instaladas ao redor da embarcação.
"O monitoramento continua tomando decisões com o objetivo de evitar os riscos ambientais", disse Clini em entrevista coletiva.
As equipes de resgate retiraram seis corpos da embarcação e as autoridades afirmam que permanecem desaparecidos 16 dos 4.200 passageiros e tripulantes.
A área onde o navio naufragou, perto da ilha de Giglio, é um parque marinho conhecido por suas águas cristalinas e pela diversidade da vida marinha e dos corais. Ela também é mundialmente reconhecida como um excelente local para mergulho.
"O risco ambiental na ilha de Giglio é muito, muito alto", acrescentou o ministro. "O objetivo é evitar o vazamento de combustível do navio. Estamos trabalhando para evitar isso. É urgente e o tempo está se esgotando."
A embarcação de 290 metros de comprimento permanece sobre um banco de rochas submarinas com entre 15 e 20 metros de água. As equipes de resgate, porém, temem que ela deslize e caia de forma abrupta em águas muito mais profundas.