Integrante da UPC (União Patriótica Cubana), entidade que desde agosto busca reunir a dissidência nas províncias orientais do país, Villar cumpria quatro anos de prisão, condenado por "resistência, desacato e atentado" , na penitenciária de Aguadores, segundo José Daniel Ferrer, o líder da UPC, relatou ao jornal O Estado de S. Paulo.
Ferrer afirmou que Villar começou a greve de fome assim que foi condenado, em 24 de novembro. "Dez dias antes, ele tinha sido preso enquanto distribuía folhetos em Contramaestre. Na delegacia, disseram que se ele deixasse a dissidência, nada mais ocorreria. Mas ele não aceitou a oferta", disse o líder da UPC.