"Parabenizo as forças de segurança pela linha do dever, mas ninguém deve se alegrar com mortes, por isso estou determinado a seguir em busca da paz tão desejada, pois é o que precisamos em nosso país”, disse o presidente colombiano.
Santos acrescentou que policiais e militares colombianos devem agir no combate à guerilha usando armas e a Constituição, referindo-se à necessidade de respeitar à legislação vigente no país, que busca a preservação dos direitos humanos. "Avançando com arma em uma mão e a Constituição na outra, estarão cumprindo seu dever”, disse.
No mês passado, o comando das Farc sinalizou que pretende libertar dez reféns militares, mantidos sob o poder da guerrilha, em etapas. Não há data nem prazos fixados. O governo brasileiros deve colaborar com a operação, enviando aeronaves e equipes de apoio. Do lado brasileiro, o assunto é conduzido pelo Ministério da Defesa.