A Câmara Alta do Parlamento britânico, estabelecida no século XIV, abolida em 1649 e restaurada 11 anos depois, é formada por integrantes da nobreza, que têm cargos vitalícios, e os do clero, que ocupam o assento quando estão em funções religiosas. Todos são indicados pela rainha. Porém, os lordes não podem propor leis, embora tenham designação para alterar a legislação.
Até o século 18, a Câmara dos Lordes era mais poderosa do que a eleita Casa dos Comuns. Porém, desde o século 19, os poderes da Casa dos Lordes começaram a declinar: atualmente, segundo analistas políticos, a Casa dos Lordes tem menos força do que a Casa dos Comuns.
A rainha acrescentou que a prioridade do primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Cameron, é adotar medidas para a estabilidade econômica. “O meu governo vai se concentrar no crescimento, na justiça e nas reformas constitucionais”, disse ela, lembrando que sua preocupação é “melhorar [a qualidade de] vida das crianças e das famílias”.
Elizabeth 2ª disse ainda que será criada uma espécie de agência nacional contra o crime, proposta em 2010 pelo governo para unir o combate ao crime organizado, às fraudes e aos crimes cibernéticos com as ações de segurança nas fronteiras. Paralelamente, o Parlamento da Grã-Bretanha se prepara para aprovar a adoção do Mecanismo Europeu de Estabilidade.
*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa//Edição: Graça Adjuto