Duas pessoas morreram e outras duas ficaram gravemente feridas durante saques a supermercados registrados na cidade de Rosario, ao norte de Buenos Aires), a terceira mais populosa da Argentina, e em outras quatro cidades, causando uma centena de feridos e a detenção de 300 pessoas.
Os saques aconteceram em meio a um clima de mal-estar de setores da classe média e sindicatos contrários à presidente Cristina Kirchner, que se mobilizaram nos últimos meses para fazer reivindicações salariais e contra a insegurança.
O governo considera que esses fatos são instigados pelos líderes sindicais Hugo Moyano e Pablo Micheli, organizadores de uma grande marcha na quarta-feira (19) na Praça de Maio, em frente à Casa Rosada.
"Há um setor que quer provocar o caos e tingir a Argentina de sangue nestas festas", disse o vice-ministro de Segurança, Sergio Berni, à Radio 10 na turística cidade de Bariloche, onde começou a sucessão de ataques. O governo federal enviou 400 oficiais para reforçar o policiamento local. Com informações do G1