A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, é a segunda mulher mais poderosa do mundo, atrás apenas da chanceler alemã Angela Merkel, segundo o ranking anual da revista Forbes. Dilma, que ficou na terceira posição por dois anos consecutivos, alcançou o segundo lugar após a saída de Hillary Clinton do posto de secretária de Estado americano, o que fez a ex-primeira dama dos Estados Unidos cair para o quinto lugar.
Outra brasileira aparece entre as 20 primeiras da lista da revista americana: a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, no 18º lugar, duas posições à frente do espaço ocupado ano passado. A chanceler alemã Angela Merkel lidera a lista da revista pelo terceiro ano consecutivo.
Depois da presidente brasileira, aparece Melinda Gates - mulher de Bill Gates, que preside, ao lado dele, a Bill and Melinda Gates Foundation. Em seguida, vem a primeira-dama dos Estados Unidos Michelle Obama.
Sobre Dilma, a Forbes ressalta que a presidente, com sua "ênfase no empresariado", tem inspirado "uma nova geração de empreendimentos", apesar de muitos a criticarem por "favorecer políticas de desenvolvimento acima das preocupações humanitárias". Na metade de seu mandato, Dilma Rousseff tem "a tarefa de levar o país adiante após dois anos com as taxas de crescimento mais lentas em mais de uma década". Dilma, primeira presidente do Brasil, ocupava o 95º lugar no ranking da revista há três anos.
Angela Merkel lidera o ranking pelo terceiro ano consecutivo e foi a primeira em oito das 10 edições da classificação. "É a coluna vertebral da União Europeia e carrega o destino do euro nas costas", escreve a Forbes, ao justificar a decisão de mantê-la como a mulher mais poderosa do mundo.
A presidente argentina Cristina Kirchner caiu 10 posições na lista e aparece na 26ª posição. A lista anual inclui mulheres influentes na política, negócios, imprensa, entretenimento, tecnologia e organizações sem fins lucrativos, classificadas por "fortuna, presença na mídia e impacto", segundo a revista. Com reportagem do Terra