O presidente dos EUA, Barack Obama, disse nesta quarta-feira (4) que a comunidade internacional não pode "ficar calada" diante dos acontecimentos na Síria.
"O primeiro-ministro e eu estamos de acordo com o fato de que, diante de tal barbárie, não se pode ficar calado", declarou Obama em Estocolmo, em entrevista com o chefe do governo sueco, Fredrik Reinfeldt.
Obama disse ainda que foi o mundo e não ele que fixou a "linha vermelha" do uso de armas químicas na Síria.
Em função disso, acredita que o Congresso americano autorizará o uso da força contra o regime do contestado presidente Bashar al-Assad.
Quanto à Rússia, aliada da Síria, Obama afirmou esperar que o presidente russo Vladimir Putin mude de enfoque. "Se eu mantenho a esperança de que o senhor Putin possa mudar sua posição sobre algumas dessas questões? Sempre tenho esperança e vou continuar a abordá-lo", disse Obama.
Respondendo aos temores dos americanos em relação a uma nova ação militar de seu país, Obama assegurou que não quer repetir os erros cometidos pelos Estados Unidos no Iraque.
Obama também frisou que a credibilidade da comunidade internacional está em jogo com a necessidade de responder ao ataque químico na Síria. Com informações do G1