Mais 15 civis, entre eles quatro crianças, morreram neste sábado (8) vítimas de um segundo ataque aéreo na Síria. Desta vez, o bombardeio ocorreu sobre a província de Idleb, último reduto dos insurgentes no noroeste do país, e que já havia sofrido um ataque químico que matou ao menos 80 pessoas na terça-feira (4), informa a agência France Presse.
De acordo com a ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos, o ataque contra a localidade de Urum al-Joz foi lançado por aviões russos, que apoiam o governo sírio nessa guerra que já deixou mais de 320 mil mortos e milhões de deslocados em seis anos.
Mais cedo neste sábado (8), ao menos outros 15 civis morreram em bombardeios de aviões que supostamente pertenciam à coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, perto da cidade de Al Raqqa, a "capital do Estado Islâmico" na Síria.
A província de Al Raqqa, no nordeste da Síria, é considerada o principal santuário do grupo terrorista EI (Estado Islâmico) e alvo de uma ofensiva das Forças da Síria Democrática (as FSD), milícias lideradas pelos curdos e que contam com apoio da coalizão internacional, conforme relata a agência de notícias.