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Americana que se casou com homem condenado por matar o irmão dela o inocenta: 'Ele se esfaqueou e at

24 de agosto 2021 - 20h04 Por Redação Douranews
Americana que se casou com homem condenado por matar o irmão dela o inocenta: 'Ele se esfaqueou e at

Crystal Straus se casou neste mês com John Tiedjen, que recentemente saiu da cadeia sob condicional após cumprir 32 anos de prisão pelo assassinato de Brian McGary, em junho de 1989. Só um detalhe: a vítima era irmão da noiva. O caso viralizou nas últimas semanas. Porém um novo capítulo da história promete gerar ainda mais controvérsia. Crystal afirmou acreditar agora que o marido seja inocente. Segundo a versão dela, o irmão esfaqueou o próprio peito e, depois, atirou contra a sua cabeça, conforme reportagem do "Daily Mirror". Suicídio, enfim.

"O título (assassino do irmão) não é apropriado, ele não matou o meu irmão", disse a americana a um programa de TV.

Inicialmente, a americana escreveu uma carta a John dizendo que o perdoava pelo crime. Os dois mantiveram o contato e o sentimento foi libertado. No início deste mês, Crystal recebeu o amado em casa, em Cleveland (Ohio, EUA), onde os dois se casaram em cerimônia singela no jardim, acompanhada pela advogada de defesa de John.

"Eu o amo, obviamente", disse a noiva.

Crystal e John Tiedjen se casam em Cleveland
Crystal e John Tiedjen se casam em Cleveland Foto: Reprodução/Instagram

Na primeira carta que escreveu a Crystal, em 2016, o presidiário declarou: "Eu não fiz aquilo". Aos poucos, a americana foi se convencendo da inocência de John. E, recentemente, ela ganhou mais motivos para acreditar no marido. Fotos inéditas e novos relatórios policiais ligados ao caso foram apresentados pela defesa de John. Um juiz decidiu marcar um novo julgamento, acreditando que, se o material estivesse disponível no primeiro julgamento, o resultado poderia ter sido diferente.

Detetives encontraram balas compatíveis com a disparada para matar Brian nos bolsos de uma roupa de John, que morava na mesma casa da vítima. Eles cresceram juntos, apesar de ter pais diferentes. As digitais do condenado também estavam no revólver usado no crime.

Durante as investigações iniciais, John assinou a confissão do crime, mas alegou legítima defesa, de acordo com o "Washington Post". Atualmente, alega coação.