Famílias não querem a morte, mas levam susto quando morto 'ressuscita' — Douranews
Há poucas semanas, no Peru, um caso raro pegou muita gente de surpresa. Durante o funeral de Rosa Isabel Callaca, a mulher que morreu em decorrência de um acidente de trânsito depois de permanecer em coma por mais de 10 dias, as pessoas se assustaram com batidas no caixão e gritos do interior as urna funerária.
Porém, segundo a família, mesmo após acordar e bater três vezes no caixão, além de gritar, Rosa não resistiu e acabou falecendo pouco tempo depois. Os parentes estão revoltados e pedem justiça, acreditando que houve falha dos médicos.
O time de profissionais, por outro lado, acredita ter sido um caso de ‘síndrome de Lázaro’, fenômeno raro e conhecido por “ressuscitar” pacientes. O coração reinicia após parada cardíaca, mas deixa de funcionar logo depois - assim como aconteceu com Rosa. Em outubro de 2021, um episódio bem parecido aconteceu no Brasil, com uma idosa de 93 anos.
Um dos presentes no velório notou que Carolina Lopes de Almeida estava com o corpo mais quente que o normal. Assim, um médico foi chamado e, assim como ocorreu com Rosa, também faleceu de vez em sequência. Tudo aconteceu na cidade de Guiratinga, no Mato Grosso. De acordo com informações, uma equipe médica até tentou manobras de ressuscitação, sem sucesso.