Um quadro conhecido em tempos passado apresentava uma mensagem inesquecível. Esse quadro representava dois caminhos: um caminho largo e um caminho estreito. Muitas pessoas tomavam o caminho largo.
Ele era fácil de ser trilhado; oferecia atrações aos peregrinos à medida que se desenrolava diante dos seus pés. No entanto, era um caminho perigoso. O outro caminho, o estreito, não atraia muita gente. E os poucos que caminhavam por ele tinham que enfrentar estrada difícil e sem aparentes atrações no percurso.
Mas era um caminho seguro. O “segredo” do quadro era onde estes caminhos iam dar! O Caminho largo levava grande numero de pessoas para o inferno. E o caminho estreito conduzia um pequeno grupo para o céu.
O pintor tirou esta Idea da Bíblia. Embora não fosse bonito, o quadro era teologicamente correto (Mateus 7 – 13 e 14) Entrei pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.
Pode até parecer que a humanidade segue toda numa mesma direção. Porem, há sempre dois caminhos. Um deles leva a pessoa em direção oposta em Deus. Felicidade sendo procurada no sexo e com diferentes parceiros; garantia de segurança colocada nos empregos e no dinheiro; preocupação exagerada com um corpo saudável, sem cuidado nenhum com o espírito; diversões e prazer tomando lugar de compromissos sérios; avareza, corrupção, impureza. Atrações enganosas à beira da estrada. (Extraído do Livro Manancial)
Silva Júnior é Jornalista