Quantos “crentes acham não haver nenhum problema em participar das festas mundanas - bailes, carnaval, freqüentar “salas especiais” onde se projetam filmes pornográficos, jogar na loteria, bingo, lotos, jogos de cartas etc”.
E agindo assim que iremos povoar os céus? Tenho encontrado, algumas vezes, grupos de irmãos jogando “baralho”, com a maior naturalidade. Analisando superficialmente, alguém diria: “onde está o problema?” Não estamos jogando a dinheiro, é apenas uma brincadeira... De uma simples brincadeira, muitos têm chegado a uma vida de escravidão, desespero e morte.
Transcrevo abaixo, um artigo escrito pela OMERJ e publicada no Jornal Batista Sul Matogrossense ano 86:
"Quem conhece a origem das cartas de jogar, também compreende porque com as cartas se relacionam práticas satânicas, como adivinhação etc. As cartas (baralho) criadas no ano de 1392 para uso pessoal do Rei da França, quando este sofria a debilidade mental, por um homem degenerado e mau tinha por finalidade escarnecer de Deus e dos seus mandamentos. Para a sua criação maligna escolheu figuras bíblicas. O Rei representa o diabo; a dama representa a Maria, mãe do Senhor; Copas e Ases representam o sangue do Senhor; o valete, o próprio Senhor Deus e os outros símbolos representam a perseguição e destruição de todos os santos. Seu desprezo pelos dez mandamentos foi expresso pelo número dez das duas cartas. Quem conhece esta origem diabólica, compreende também as conseqüências diabólicas.
Pais, para que amanhã vocês não venham a contemplar os seus filhos dominados pelo jogo, quiçá atrás das grades de uma prisão e condenados ao inferno, não permitam em suas casas o jogo de cartas, mesmo que seja com a finalidade de entretenimento. A origem do jogo de cartas é diabólica".
* O autor é pastor em Dourados