Escrevo estes artigos neste jornal eletrônico, pela amizade que mantenho desde moleque com o jornalista Clóvis de Oliveira, por termos a mesma formação ideológica, por sermos militantes do mesmo partido, embora ele esteja em gozo de licença prêmio, enquanto eu continuo em atividade no meu partido o PPS, ex-PCB, em São Paulo-SP, sendo que o meu escritório de Advocacia em São Paulo-SP é onde funciona de fato a sede ou a Secretaria Geral do Partido, na Rua Boa Vista 76, no Centro Histórico da cidade, na Feeb-SP/MS, cujo presidente é o deputado estadual do PPS, até há duas semanas Secretario Estadual do Trabalho e que agora ocupa o cargo de Secretario de Gestão Governamental do Governo Estadual e que dificilmente deixará de vir a ser prefeito de Campinas-SP, e se isso acontecer e eu reler os livros escritos por volta do ano de 1215 mais ou menos, por Santo Augustinho(sic), cuja obra já li e estudei na USP.
Ele é meu amigo intimo há mais de três décadas, inclusive ingressei no partido antes dele, sou seu assessor de palmas, por uma razão muito simples ele estudou Filosofia na PUC Campinas, onde eu estudei Direito e estudei também Filosofia na Universidade de São Paulo. Nas reuniões do movimento sindical bancário, na nossa central sindical, a UGT, nos congressos, reuniões pelo país afora do nosso partido, quem preside os trabalhos não são os outros presidentes dos Sindicatos, das Federações, de nossa Confederação, ou no caso do nosso partido quem preside os trabalhos não é o presidente nacional do PPS, o Deputado Federal Roberto Freire, que conheci pessoalmente no Ginásio do Pacaembu, nós nos cumprimentamos um ao outro, quando nos encontramos, pelo termo Camarada, embora ele seja, após os eventos partidários, companheiro de boemia. Já presenciamos, no Pelourinho, na Bahia, sentados na mesa com três camaradas femininas, lá pelas 4:00 da madrugada, no bar do Clarindo Silva, a tiroteios, quando ele ocupava o cargo de Lider do Governo Itamar Franco; tenho dúvidas se ele sabe o meu nome.
Desde quando ingressei no partido ainda na clandestinidade, mesmo sem se submeter à aprovação, para ser delegado, etc., as portas das reuniões da Executiva sempre estiveram abertas para inclusive fazer manifestações e até votar.
Agora vou explicar porque sou assessor de palmas do Secretário de Gestão Governamental, do Governo do Estado de São Paulo. A razão é a seguinte, o Secretário fala em tom monocórdico, tipo um samba de uma nota só, e como eu conheço profundamente o programa e as propostas do Partido, eu sempre tenho que me posicionar num ponto estratégico para que no momento em que ele conclui suas elaborações intelectuais, eu sou o maestro das palmas.
Até agora eu contei os aspectos lúdicos da militância, sindical e partidária, mas não revelei o nome do meu camarada, então vai lá, trata-se do Deputado Estadual licenciado, o filósofo e mestre na articulação política Davi Zaia, também presidente da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul, logo exerce atividades políticas com os olhos voltados para o nosso Estado.
Como não tenho nenhuma dúvida que ele será eleito Prefeito de Campinas, pois é atualmente o mais importante político da cidade, onde dois prefeitos foram cassados, já estou articulando, tudo depende do Santo, deverei ocupar o cargo de diretor do Procon, pois fui um dos fundadores do IDEC-Instituto de Defesa do Consumidor em 1987, sob a batuta do maior democrata que este país já teve, o ex-Governador de São Paulo André Franco Montoro Filho, nessa reunião que aconteceu na Fundap, a única ausência sentida foi a do Dr. Ulysses da Silveira Guimarães, mas lá compareceram, três futuros Governadores de São Paulo, um ex-Presidente da República, com quem sempre gostei de aproveitando os momentos em que ele encontrava-se sem os bajuladores, que me deve uma Conferência, que combinei com ele para ser realizada em 1986/7, mas que teve que ser adiada, porque enquanto meus colegas saboreavam um café da manhã em seu apartamento, aguardando ele trocar de roupa, o telefone tocou, a empregada atendeu, era o Presidente da República José Sarney intimando-o a se deslocar para Brasília para mediar o impasse da convocação da Constituinte. Aí ele me mandou o seguinte recado: avisem aquele menino de Campinas que eu conheço mas não sei o nome dele, que hoje não será possível fazer a conferencia, mas diz a ele para me procurar que eu vou cumprir o que combinei com ele. Não mantenho meus curtos diálogos que sempre tive com ele há mais de 10 anos, todavia no próximo ano, deverei procurá-lo para que ele realize a Conferência, e como nos quatro anos em que fui diretor cultural do Centro Acadêmico da Faculdade de Direito da PUC Campinas-SP, promovemos mais de 200 palestras, conferências, debates, aulas magnas, jantares em mansões após cada evento multidisciplinar, com lançamentos de livros, regados com a porção Delírio, ou seja, a pior pinga com suco maguary, quando vou a Campinas, encontro meus colegas e até hoje nenhum deles me disse que reprovou no exame da ordem, mas sim que estão com suas carreiras tanto os que optaram pela advocacia como os que optaram por concursos até os que eu considerava devagar demais se deram bem.
Fernando Henrique Cardoso ainda vai fazer a palestra e como sou eu que proponho o tema, para a conferência dele o tema será a Primavera Árabe Crise Palestina/Israelense e a questão das Drogas.
Michel Temer e José Serra e Janio Quadros aceitaram o convite e lá compareceram no Teatro Castro Mendes para debaterem os grandes dilemas do Brasil.
Quem sabe faz a hora não espera acontecer (Geraldo Vandré)
* O autor é douradense da gema e um internacionalista por excelência