Uma bela aula de Português. Esse texto foi elaborado para acabar de uma vez por todas com qualquer dúvida se temos uma presidente ou uma presidenta.
Existe de fato a PALAVRA presidenta? Que tal um “BASTA” no assunto?
No Português existem os particípios ativos como derivados verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... E qual o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar uma pessoa com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionarem à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, a pessoa que preside é presidente, e não “presidenta”. Independentemente do sexo que tenha.
Diz-se capela ardente, e não capela “ardenta”. O correto é estudante, e não “estudanta”. Diz-se adolescente, e não “adolescenta”. Diz-se paciente, e não “pacienta”.
Um exemplo de erro grosseiro seria: A candidata à presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imaginava ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois essa dirigenta política, dentre outras suas atitudes barbarizantas, não tem o direito de violentar o pobre Português, só para ficar contenta.
Pelo amor de Deus, vamos respeitar à nossa Língua Padrão que não tem culpa alguma em ver tanta hipocrisia.
(Colaborou: Rosivaldo Silva, acadêmico de Jornalismo na Unigran)