Concentrando investimentos no setor educacional país começa desatolar em cem anos; já é alguma coisa
Gostaria de prender atenção de quem ocupa cargo público e também privado remunerado ou não em todo o Brasil. Seria oportuno salvar as futuras gerações concentrado toda energia independente de circunstâncias na área educacional. Esse quesito educação é a chave para iniciar uma reviravolta nesse bagunçado sistema brasileiro. Seria por demais oportuno desenvolver projetos centrados exclusivamente na mudança de postura da nossa gente. Obrigar as crianças estudarem. Oferecer condições para as famílias poderem ter um mínimo de decência e acima de tudo dignidade.
Vereadores, prefeitos, deputados, senadores, ministros, presidente da república, dentre outros, todos uniformes desenvolvendo ações no campo educacional, doa a quem doer. Não se importar com infraestrutura, obras, construção de estádios, e outros, pensar e canalizar investimentos financeiros no fortalecimento dessa área bastante importante numa sociedade e em desuso nesse pais que se preocupa com quase tudo, mas que a grande maioria dos seus habitantes, pasmem, os leitores não sabem cantar o hino nacional, muito menos do município e do seu estado. A falta de educação é gritante e a todo momento se vê atropelos dentro do próprio lar, no comércio, no transito então, nem se fala.
Você pode se questionar o que educação tem a ver com acidente de trânsito, assassinatos, pedofilia, traição e outras malefícios produzidos pelos homens (genericamente engloba mulher). Por aqui alguém fala: é, mas no Japão as pessoas deixam jornal, pão e leite na calçada na frente das residências e ninguém, pega a não ser o dono? Claro, lá existe uma cultura de respeito para com o espaço do outro. A democracia no Brasil tem pouco mais de duzentos anos ainda engatinha e o pais foi descoberto por forasteiros fugindo de outros continentes, sobretudo o europeu.
As riquezas foram solapadas e barganhadas em troca de farinha. Estudiosos na área de história, sobretudo, tem que falar a verdade para os alunos de como a ‘malandragem’ ditou as regras desde o descobrimento da nação. Poderia ocorrer um milagre se todos os poderes se unissem na direção de não burlar, mas esclarecer de maneira simplificada projetos que viessem ao encontro do bem coletivo e jamais individual ou de grupos. Promovendo uma cruzada violentíssima única em prol da conscientização da responsabilidade de cada na construção de uma população mais crítica, mais paciente, mais real, participativa, que fosse recorrer a verdade antes de tomar partido.
Tem uma situação que um casal se amava muito. Época de namoro, crescimento chegando até o casamento. Devido às dificuldades financeiras, o esposo teve que se ausentar para trabalhar fora, ficou mais de quinze anos sem contato pessoal com a esposa, somente por carta e telefone. Um dia ele resolveu vir para casa, estava com muita saudade. Ao ver a casinha de longe tomou um susto, ficou estático ao perceber a esposa acariciando a cabeça de um homem. Ficou possesso, deitou no chão, pensou mil e uma maneira até que resolveu apoderar-se de uma peixeira e ir ao encontro da esposa, com a intenção naturalmente de acabar com sua vida.
Ao chegar perto da varanda da casa, a esposa o notou e veio ao seu encontro feliz. Amor, quanto tempo, que saudade, que bom que você veio. Ele levantou a mão e a lâmina da faca brilhou nos seus olhos. O que foi?, indagou ela. Você está louco? Eu? Disse ele, que cena aquela, me explica você fazendo carinho naquele homem. Foi quando o moço vinha de uma capina com a enxada sobre as costas. Que isso meu bem! Esse homem é o nosso filho. Você nem sabia que estava grávida quando partiu e eu não queria te falar para não estragar a surpresa. Moral da história. Não acredite em tudo que vê e nem em tudo que se ouve, de pronto.
Paciência, prudência, respeito e cautela são ingredientes essenciais para se evitar o pior. E isso é possível na medida em que haja amor entre pais e filhos, filhos e pais, avos, parentes, amigos, etc. Só a educação para conscientizar o motorista não dirigir embriagado ou fazer uso de outras substâncias ilícitas, cidadão honrar compromissos e o governo não empurrar para baixo do tapete balancetes e acordos costurados no apagar das luzes.
Com certeza, investindo hoje na educação, daqui a cem anos os presídios passariam por suas lotações normais, ou seja, cadeia para trezentos detentos seriam utilizadas por trezentos e não três mil como atualmente. Leia a Bíblia sobre Sodoma e Gomorra e contextualize o sistema vigente brasileiro. É homem com homem e mulher com mulher. Está tudo errado. Com conceito zero na educação não há quem dê jeito, a não ser Deus na sua infinita sabedoria e misericórdia, mas até quando...?