verinha ferreira poeta
É...
Mais uma etapa da jornada que conseguimos concluir!
Mas o que define o marco entre uma etapa e outra?
O relógio com seu tic-tac?
O calendário civil criado pelos humanos?
Ou a ciência que descobriu quando inicia e termina a volta do nosso planeta em torno do astro rei?
Enfim, seja o que for, dentro de cada etapa existe as sub etapas. Aniversários, calendários lunares, astrológico, estações do ano, solstício, e por aí vai...
O fato é, a cada marco de uma etapa para outra, forma-se uma egrégora mundial, onde as energias vibram majoritariamente na energia da esperança, fé, amor, etc., etc., etc....
Precisamos nos lembrar que para cada desejo se faz necessário uma ação. Faço aqui um convite que para você medite e reflita sobre cada intenção que você emanou do seu coração nesta passagem do ano.
O Novo Ano que acaba de nascer, está submerso nos frutos do que plantamos nos anos anteriores. Se a colheita e boa ou ruim, certamente é pessoal. No entanto, é de grande relevância a consciência de que todos somos um, e, como diz uma linda canção “tudo que emanamos pro universo, na natureza do regresso, se plantar vai ter que colher” , ou seja, os frutos serem bons ou ruins, além de ser relativo, é coletivo.
Sim, todos vamos colher nossos frutos, ora juntos, ora sós.
Então, que possamos a cada nova etapa, semear com mais cuidado, carinho e atenção, respeitando, honrando nossa história e a do outro.
Na Natureza, a terra sofre com monocultura, empobrece o solo deixando-a infértil.
Trago essa analogia por dois motivos, sendo o primeiro é que de fato somos parte efetiva da Natureza, e o segundo é para melhor visualizarmos quando falamos em semear e colher.
Afinal, um pensador já dizia “as sementes de hoje são os frutos de amanhã”.
Diante disso:
O que você vêm plantando?
Como está a “rotação de culturas” nos seus sonhos e projetos?
Diante desta reflexão, que 2023 seja o ano em que consigamos recuperar as nascentes de águas cristalinas em nosso coração e reflorestemos nossa mente.