tibirica coluna
Nosso partido – o PSD - foi o que conquistou mais prefeituras. Cresceu muito nesses 13 anos da sua volta. Em 2011 quando começamos a coleta de assinaturas, muitos eleitores na acreditavam.
Em 1989 ele teve o médico Caiado como candidato, ele esteve no pátio da escola Objetivo. O professor Benê foi quem conseguiu trazê-lo. Depois o partido desaparece do contexto.
No ano de 2011 o prefeito Kassab de São Paulo o resgatou e fomos incumbidos da coleta de assinaturas, pelo menos 490. Chegamos a 490.000.
Quando foi requerido o seu registro no TSE houve um voto contra do ministro primo do senador Collor de Melo do PTB, Marco Aurélio. Mas passou pelo escore de 6 X 1.
O PSD de outrora era aliado ao PTB para derrotar a UDN.
Em 1960 o vice do Marechal Lott, do PSD, era o João Goulart, do PTB. Naquele tempo o vice era também votado. Jânio Quadros foi eleito e seu vice eleito foi Joao Goulart. Com a renúncia do Jânio Quadros em agosto de 1961, assumiu o vice.
No período do regime militar os partidos foram extintos e mais tarde voltou o PSD e PTB. Este se fundiu a outros criando o PRD que parece que já é ‘nati mortis’.
Nosso partido aprovado pelo TSE em setembro de 2011 conseguiu eleger 498 prefeitos em 2012, foi crescendo, elegeu 541 em 2016, 662 em 2020 e em 2024 é o partido com mais prefeituras no País: 891.
Agora temos também um vereador eleito (Inspetor Cabral), novos filiados e o nosso vice governador, Barbosinha.
Valeu assim a nossa luta.