"Caiu o assassino de assassinos", disse quarta-feira o presidente, Juan Manuel Santos, para confirmar a morte em combate de Pedro Guerrero Castillo, conhecido como "Cuchillo".
O presidente colombiano Juan Manuel Santos elogiou a polícia e as Forças Armadas pelo golpe contra as gangues criminosas. "Estávamos atrás dele há anos. Tinha-se tornado uma espécie de lenda que era inatingível, que ninguém pode pegar, mas que demonstrou a eficácia das forças armadas e da polícia para afastar esse pensamento”, disse Santos, acrescentando que "este bandido tinha uma longa história de crimes. Havia mais de 15 mandados de prisão, por mais de 3.000 mortes e foi um dos responsáveis por massacres como o de Mapiripán", disse o presidente.
Syllabus
Santos disse que "Cuchillo" iniciou sua carreira criminosa no México, com (Gonzalo) Rodríguez Gacha. O grupo foi então vendido a Martin Llanos Centauros. Depois ele matou Miguel Arroyave, o que lhe deu uma espécie de importância no submundo do crime, o que o credenciou para se tornar o chefe do chamado Erpac, uma quadrilha que cometeu todos os tipos de delitos e crimes ligados ao tráfico de drogas, que devastaram essa região. Por isso é tão importante este golpe."
"É uma boa maneira de terminar o ano General Naranjo, um ano que foi bem sucedido para as nossas forças. Quero destacar o trabalho dos policiais que estavam no comando da operação, o general Mena, o general Pinzón, o Coronel Vargas e outros funcionários que caçaram esse marginal por anos, com perseverança e paciência. Finalmente, deu resultados ", disse o Chefe de Estado, disse em entrevista coletiva.
A caça
O presidente explicou que "a operação começou no dia 24 à noite e na manhã do dia 25, Cuchillo conseguiu escapar, mas, em seguida, a operação foi planejada para que, se ele tentasse fugir, os caminhos estivessem fechados, o que funcionou de forma eficaz." Santos revelou que a polícia tinha informações que onde estava Cuchillo havia uma festa de crianças e, portanto, não seria possível realizar a “Operação Beta”. Quando a operação foi desencadeada, os marginais responderam com armas pesadas, M60, matando dois superintendentes: Edwin García e Javier Numpaque Londoño César Castro"
A recompensa
Ele explicou ainda que entregar recompensas para as fontes que ajudaram a encontrar Cuchillo. Ele vai pagar uma recompensa para várias pessoas que ajudaram a fazer esta operação ser realizada com sucesso.Santos afirmou ainda: "Estas pessoas queriam construir uma armadilha e chamar a polícia, que trabalhou com todos os cuidado necessários numa operação desta natureza."Ele observou que "Cuchillo, quando foi morto, tinha consigo duas armas e uma faca que usava a faca para matar suas vítimas”, aproveitando para elogiar novamente o general: “Parabéns Naranjo geral, muitos parabéns à Polícia Nacional", Presidente Santos durante a entrevista coletiva.Ele reiterou o aviso dado aos marginais. “Caiu o assassino dos assassinos" e disse que este é o maior golpe foi dado a gangues criminosas, complementando a declaração: "Este é um aviso para todos os bandidos. Aqui todo mundo vai cair. Essa foi mais uma demonstração da eficácia das forças armadas", frisou o chefe de Estado.
Armas

Em seguida, o diretor da Polícia Nacional, general Oscar Naranjo, deu detalhes da operação, quando foi encontrado junto ao corpo do alias "Cuchillo" uma arma de ouro, que ele havia roubado 'Martin Llanos, "um símbolo de ter derrotado dois inimigos."
Guerrero acrescentou que a posse de uma faca com a qual ele executa suas vítimas. "Esta faca é uma testemunha silenciosa de pelo menos 3.000 assassinatos cometidos por esse indivíduo que finalmente caiu", finalizou o general Naranjo.