O caseiro da chácara, responsável pela guarda da maconha, informou aos policiais que o proprietário da droga seria um servidor público da Prefeitura Municipal de Campo Grande, exercendo a função de Agente Sanitário, que embora evidenciada com clareza a sua participação no tráfico de entorpecentes não forneceu informações aos policiais, alegando o seu direito de ficar em silêncio.
Ele foi preso quando se encontrava em sua residência, próxima ao Complexo Penitenciário localizado na saída para Três Lagoas. Já o real proprietário da chácara não tem participação no tráfico, desconhecendo a atividade ilícita do caseiro e do servidor público.
Os dois presos - caseiro e agente sanitário - foram autuados em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, podendo, cada um, pegar até 15 anos de reclusão.