A polícia paraguaia investiga se o corpo encontrado dentro de um Nissan abandonado num terreno baldio, em Ciudad Del Este, no Paraguai, seria do traficante Luiz Claudio da Rocha Mero, o Berola. Um dos principais chefes da facção criminosa que controlava a venda de drogas no Complexo do Alemão, Berola estava com as mãos algemadas e portava uma carteira de identidade falsa, em nome de José Pereira da Silva.
A polícia paraguaia teria identificado Berola com base em informações e fotos fornecidas pela Polícia Federal. Berola tinha diversas tatuagens nos braços e perna direita. O corpo do traficante apresentava marcas de tortura e pelo menos cinco perfurações provocadas por tiros de pistola calibre 9mm. De acordo com o site do jornal paraguaio ABC Color, o promotor Liz Alfonso vai investigar se Berola está envolvido no plantio de maconha no Paraguai.
Em dezembro passado, O GLOBO revelou em reportagem que um consórcio de traficantes cariocas e paulistas domina 70% das áreas de plantio de maconha em Capitán Bado e Pedro Juan Caballero, cidades na fronteira com o Mato Grosso do Sul. Um negócio milionário que tem à frente o traficante Marcelo da Silva Leandro, o Marcelinho Niterói, integrante da mesma facção de Berola.
O domínio das áreas de plantio garante lucros astronômicos às duas facções criminosas. Para se ter uma ideia das cifras, um quilo da droga no Paraguai é comprado por valores que variam de R$ 15 a R$ 30. Vale lembrar que R$ 1 equivale a 2.700 guaranis, a moeda paraguaia. No Rio, o quilo da droga varia entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil, garantindo uma margem de lucro superior a 3.000%.
Berola ficou conhecido quando chefiava o tráfico na Barreira do Vasco e comandava um dos maiores bondes de assaltantes de veículos da Zona Norte. Em 2002 passou a comandar o Morro do Turano. Expulso pela ação da polícia na implantação da UPP passou a se refugiar na favela Paula Ramos, em Santa Teresa. Com o avanço das UPPs, Berola e outros chefes da facção teriam buscado refúgio no Paraguai.
A polícia paraguaia teria identificado Berola com base em informações e fotos fornecidas pela Polícia Federal. Berola tinha diversas tatuagens nos braços e perna direita. O corpo do traficante apresentava marcas de tortura e pelo menos cinco perfurações provocadas por tiros de pistola calibre 9mm. De acordo com o site do jornal paraguaio ABC Color, o promotor Liz Alfonso vai investigar se Berola está envolvido no plantio de maconha no Paraguai.
Em dezembro passado, O GLOBO revelou em reportagem que um consórcio de traficantes cariocas e paulistas domina 70% das áreas de plantio de maconha em Capitán Bado e Pedro Juan Caballero, cidades na fronteira com o Mato Grosso do Sul. Um negócio milionário que tem à frente o traficante Marcelo da Silva Leandro, o Marcelinho Niterói, integrante da mesma facção de Berola.
O domínio das áreas de plantio garante lucros astronômicos às duas facções criminosas. Para se ter uma ideia das cifras, um quilo da droga no Paraguai é comprado por valores que variam de R$ 15 a R$ 30. Vale lembrar que R$ 1 equivale a 2.700 guaranis, a moeda paraguaia. No Rio, o quilo da droga varia entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil, garantindo uma margem de lucro superior a 3.000%.
Berola ficou conhecido quando chefiava o tráfico na Barreira do Vasco e comandava um dos maiores bondes de assaltantes de veículos da Zona Norte. Em 2002 passou a comandar o Morro do Turano. Expulso pela ação da polícia na implantação da UPP passou a se refugiar na favela Paula Ramos, em Santa Teresa. Com o avanço das UPPs, Berola e outros chefes da facção teriam buscado refúgio no Paraguai.