Após uma reunião com o presidente Lugo, o ministro da Justiça do Paraguai, Humberto Blasco, disse que o próprio presidente ordenou uma investigação aprofundada sobre a fuga dos seis traficantes – dois paraguaios e quatro brasileiros - registrada na noite de segunda-feira em meio a um ataque com aspecto de resgate de grupos criminosos.
Blasco reconhece que foram detectadas deficiências no sistema de segurança prisional, o que teria permitido a entrada de armas nas mãos de três prostitutas.
Os presos compartilhavam uma festa com mulheres, quando um grupo armado atacou a prisão e a situação foi aproveitada para a fuga dos seis integrantes do PCC.
O ministro disse que foram encontradas provas que confirmam a festa realizada, como garrafas de bebidas alcoólicas, entre outros objetos.
Por conta disso já foram afastados quatro guardas e 17 outros funcionários da prisão, incluindo Catalino Diaz, ex-diretor da penitenciária.