Um assaltante que dizia pertencer à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e que deveria matar 18 policiais militares a mando de superiores foi morto ontem (20) à noite em confronto com PMs em um bairro da região central de Presidente Prudente, no oeste paulista.
O ladrão invadiu a residência de uma família de policiais (um PM reformado, um investigador e uma escrivã) e anunciou o roubo. "Ele disse que era presidiário, que estava de 'saidinha' e que foi ordenado a matar pelo menos 18 policiais, ou morreria quando voltasse para a cadeia", disse uma das vítimas, que relatou aos policiais que teve de se esconder dentro da piscina para não ser vista.
Vizinhos, que perceberam o movimento atípico na casa, acionaram a Polícia Militar, que cercou a residência e conseguiu abordar o ladrão no momento da saída.
"Ele estava armado com dois revólveres e, ao perceber a polícia, abriu fogo. Houve o revide o assaltante foi alvejado no tórax e caiu ferido. O Resgate do Corpo de Bombeiros foi acionado, mas quando chegou ao local o ladrão já estava sem vida", declarou um morador das imediações que preferiu não ser identificado.
O corpo do assaltante foi removido para o IML (Instituto Médico Legal) e ainda aguarda identificação. Um policial que participou da ocorrência afirmou que o homem não portava nenhum tipo de documento, que possui diversas tatuagens com indícios de ser arte rudimentar, sem muita técnica, "daquelas antigas que eram picadas grosseiramente, com uso de tinta de caneta esferográfica, tipicamente de interior de cadeia, mas de muitos anos atrás", comentou o policial.
As informações são do Terra