O jovem Dionathan Celestrino, hoje com 20 anos, que ficou conhecido como “maníaco da cruz” por escolher as vitimas que eram submetidas a uma série de perguntas sobre comportamentos sexuais e religiosos antes de serem assassinadas, fugiu na madrugada deste domingo (3) da Unei (Unidade Educacional de Internação) de Ponta Porã.
Ele morava em Rio Brilhante, onde praticou a série de crimes em 2008, começando pelo pedreiro Catalino Gardena, depois a frentista de um posto de combustíveis Leticia Neves de Oliveira e por último Gleice Kelly da Silva. Elas eram mortas, após serem consideradas impuras e os corpos posicionados em sinal de crucificação no cemitério da cidade.
De acordo com o jornal Pedrojuannews, a polícia da fronteira está mobilizada na tentativa de localizar o fugitivo. A fuga foi descoberta durante a contagem dos internos feita por funcionários da unidade de internação.
Na época da prisão, o “maníaco”, então com 16 anos, foi transferido para a Unei de Dourados, onde permaneceu por cerca de dois meses, até ser removido para Ponta Porã. A Justiça tinha proibido a soltura dele, mesmo após ter completado os 18 anos.