Inquérito da Polícia Civil que investigou a morte da musicista Mayara Amaral, concluiu que o baterista Luís Alberto Bastos Barbosa, de 29 anos, planejou, matou e queimou o corpo da vítima sozinho. Além dos crimes, o suspeito roubou R$ 17,3 mil em bens. Segundo o jornal Midiamax, a investigação policial foi finalizada na sexta-feira (4) passada e enviada para o fórum da 4ª Vara Criminal, na Capital.
Ronaldo da Silva Olmedo, de 30 anos, conhecido como “Cachorrão”, foi indiciado por tráfico de drogas, por ter fornecido entorpecente ao baterista, inclusive pasta base de cocaína, no dia do crime. A Polícia também solicitou busca e apreensão na casa do envolvido. Já Luís Alberto Bastos Barbosa, de 29 anos, foi indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte -, ocultação e destruição de cadáver.
De acordo ainda com a publicação, documento da Polícia Civil anexado nesta segunda-feira (7) ao processo, pede a análise da perícia no notebook de Luís, além das redes sociais que ele faz parte. O inquérito aponta que Luís e Mayara mantinham relacionamento sexual há algum tempo, e o laudo pericial aponta que musicista manteve relação sexual no dia do crime, porém o resultado é inconclusivo para estupro.
A polícia não encontrou indícios do envolvimento de Anderson Sanches Pereira, de 31 anos, na morte da violonista e a delegada Gabriela Stainle pediu a revogação da prisão preventiva. Os bens da vítima foram avaliados em R$ 17.3 mil e consistem em um notebook, um aparelho celular, um veículo, um violão, uma guitarra e um aparelho amplificado, que teriam sido levados por Luís Alberto, segundo apurou a Polícia.