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RECOMPENSA

R$ 50 mil por criminosos

Sociedade de Amambai se cotiza e oferece dinheiro por informações

16 de janeiro 2022 - 18h36 Por Redação Douranews
R$ 50 mil por criminosos Forças policiais percorrem fazendas da região em busca de matadores de pai e filho — Divulgação

Amigos dos pecuaristas Olenir Nunes da Silva, o ‘Nego Silva’ e do filho dele, Antônio Alexandre Nunes da Silva, executados em crime ocorrido bárbaro na manhã de sexta-feira (14) no interior da propriedade que fica na região do Chorro, estrada que liga Amambai a Juti, se mobilizaram e estão oferecendo R$ 50 mil de recompensa para quem fornecer alguma informação dos assassinos, ainda não localizados mesmo com a força-tarefa que reúne todas as forças policiais do Estado.

De acordo com informações do presidente do Sindicato Rural de Amambai, Rodrigo Lorenzetti, ao jornal Agazetanews de Amambai, a recompensa é uma iniciativa de grupo de produtores rurais e membros da sociedade amambaiense a quem fornecer informações concretas sobre a identidade e o paradeiro da dupla autora do duplo assassinato.

“O que fizeram na fazenda foi um ato de muita crueldade e sem precedentes, covardia, algo inexplicável, mas estamos dando todo apoio a polícia, não podemos deixar passar em branco uma coisa dessas, tem que pegar os criminosos até para dar tranquilidade aos moradores e produtores de toda região”, diz Rodrigo.

Fronteira vive em clima de comoção com assassinato de pai e filho na fazenda

O secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, disse na tarde deste domingo (16) ao jornalista Tião Prado, do site Pontaporãinforma, que as buscas continuam a todo vapor, mas os policiais estão encontrando dificuldades devido a área de mata ser muito grande e fechada, mas que todo serviço de inteligência da Policia Militar e Policia Civil do Estado está trabalhando no sentido de encontrar os criminosos.

Pessoas que estiveram no local informaram que os dois bandidos podem ser indígenas, hipóteses que não está descartada pelas características físicas mencionadas pelas vítimas sobreviventes da fazenda. O delegado Ulisses Nei de Brito, que comanda as investigações, disse em nota que foram coletados vários vestígios no local dos crimes, como objetos que os suspeitos tentaram levar da casa, para extrair amostras de DNA e fragmentos de impressões digitais no local.