Marcas de sangue no local de confronto com bandidos — BPChoque
Alexandre Jesus da Silva, o “Branca de Neve”, de 46 anos, um dos mortos em troca de tiros com policiais do BPChoque (Batalhão de Choque), neste sábado (15), na fronteira, era procurado pela Justiça de São Paulo e tinha mais de 40 passagens por roubos, furtos qualificados, tráfico de drogas e organização criminosa.
Conforme o BPChoque (Batalhão de Choque), os policiais foram cumprir um mandado de prisão contra “Branca de Neve”. Por volta das 23h, a equipe recebeu a confirmação de que o homem estava na região do Jardim Altos da Glória, preparando a fuga para o Paraguai, que faz fronteira com a cidade.
Reportagem do Campo Grande News relata que as equipes avançaram pela área de mata até o imóvel onde ele se escondia. No momento da aproximação, o suspeito teria atirado contra os policiais com uma pistola calibre 9 mm. Houve revide, e ele foi baleado. Ainda segundo o Choque, "Branca de Neve" foi socorrido com vida ao Hospital Regional de Ponta Porã, mas não resistiu.
Outra equipe fazia varredura na área da propriedade e o segundo bandido, Luciano Bonfim Rocha, de 48 anos, armado com revólver calibre 32, também atirou contra os policiais. Ele foi baleado e levado para a unidade hospitalar, onde morreu. O homem usava tornozeleira eletrônica.
Uma terceira pessoa ainda foi encontrada e presa. Romildo Camilo Rancy Junior, de 41 anos, afirmou que deixou Branca de Neve entrar no local a pedido do irmão, que seria integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital). Ele foi preso em flagrante por favorecimento real e levado para a Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira).