A presidente Dilma Rousseff exigiu que os documentos oficiais utilizem a palavra “presidenta” ao falar dela. O pedido, que ainda causa estranheza, foi prontamente atendido por todos os ministérios. Agora os ministros e assessores próximos a Dilma fazem um esforço para não errar, evitando, assim, um puxão de orelha da presidente.
Os ministros das Comunicações, Paulo Bernardo, e da Saúde, Alexandre Padilha, até agora não tropeçaram em coletivas de imprensa. O mesmo não aconteceu com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. Recentemente, ela chegou a dizer uma vez “presidenta”. Logo depois o costume falou mais alto. Na dúvida, o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, acabou engolindo as últimas letras: “A presiden…”