Simone disse que durante 20 dias que esteve à frente do Governo do Estado fez questão de fazer uma visita, enquanto governadora, à cidade. “Cheguei lá com um empresário que vai fazer um projeto da “Minha Casa, Minha Vida”. Nós tínhamos combinado com ele que ele faria 408 casas – metade para famílias de zero a três salários mínimos e a outra metade (na verdade 208), para famílias com renda de três a cinco salários mínimos”.
Ela contou que “só pelo fato de eu ser governadora, com a caneta na mão, chamei o empresário que tem a área, a área é do particular, e disse: “olha, vamos fazer para famílias de zero a três tudo; porque são as pessoas que mais precisam...” ele falou... tudo bem governadora, vamos fazer. Eu tentei como prefeita por dois anos convencê-lo e não consegui”, comentou.
Ela admitiu que como vice-governadora passou a ter maior influência nas decisões, um peso diferenciado. “Claro que muda e não foram só 408 casas”, disse Simone, ao comentar que fez um pedido ao empresário: “Vamos um pouquinho mais longe? Metade destas vamos fazer térreo e mais um; um sobradinho, porque aí ficam sendo 728 casas para famílias de zero a três”, acrescentando feliz: “Ele disse, está fechado”, completou.
Ao finalizar, Simone Tebet fez questão de ressaltar que “esta é força de estarmos ao lado do governador ajudando uma cidade. Quero fazer isso não só por Três Lagoas, mas por todo o Estado”, finalizou.