"Estamos à disposição para ajudá-la. Queremos que seu governo dê certo, é importante para o Brasil. Isso não significa atrelamento", ponderou Kassab, durante ato na Câmara dos Deputados para formalizar o partido lançado em março.
Segundo o prefeito, até o início da tarde desta quarta-feira 28 deputados federais já assinaram a ata de filiação à futura legenda e a intenção é atrair um total de 40.
Kassab disse que o novo partido vai respeitar os compromissos políticos individuais de seus filiados, já que alguns apoiaram a eleição de Dilma e outros, não.
"O partido tem entre seus fundadores integrantes que estiveram ao lado da presidente Dilma na campanha. Trabalharam por sua eleição e se sentem compromissados com seu governo. Terão total liberdade para continuar dando esse apoio", disse.
Por outro lado, completou o prefeito, aqueles que não apoiaram Dilma na eleição do ano passado "a partir de agora se sentem liberados para votar a favor dos projetos que sejam compatíveis com suas convicções".
Um dos aliados de Dilma que participou do ato de fundação do Partido Democrático Social (PSD) é o governador do Amazonas, Omar Aziz, eleito pelo PMN.
Também marcou presença do ato a senadora Kátia Abreu (TO), que deixará o DEM. Segundo ela, o novo partido não veio para fazer "duelo ideológico entre direita e esquerda".