O Ministério dos Transportes informou na noite de ontem (15) que o nome do novo diretor do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte) não será anunciado hoje. A pasta também não deu previsão de quando o nome do substituto de José Henrique Sadok de Sá, que ocupava o cargo interinamente, será anunciado.
Mais cedo, o ministro Paulo Passos havia afirmado que o nome sairia ainda hoje. Passos afirmou ainda que novas mudanças no ministério não estão descartadas. “Não estamos trabalhando por antecipação, imaginando demissões. Eventualmente, se houver necessidade de fazer algum ajustamento na equipe, seja internamente no ministério, ou no Dnit, faremos”.
Sadok Sá foi afastado hoje após denúncias de que estaria favorecendo a construtora de sua mulher. De acordo com matéria publicada no jornal “O Estado de S.Paulo”, a empresa teria faturado R$ 18 milhões com a realização de obras em rodovias federais entre os anos de 2006 e 2011.
O ex-diretor do Dnit substituía temporariamente Luiz Antônio Pagot, que também foi afastado após denúncias de corrupção. A presidente Dilma teria dito a auxiliares que não quer a volta de Pagot à direção do órgão e exigiu uma limpeza geral na pasta.
O afastamento foi uma determinação da presidente Dilma Rousseff, após reunião de emergência com o ministro Paulo Passos. Além de Sá, Frederico de Oliveira também deixou o cargo. Apesar de ser contratado como office boy, ele atuava como assessor informal do departamento e teria representado o órgão no contato com prefeitos.
Mais cedo, o ministro Paulo Passos havia afirmado que o nome sairia ainda hoje. Passos afirmou ainda que novas mudanças no ministério não estão descartadas. “Não estamos trabalhando por antecipação, imaginando demissões. Eventualmente, se houver necessidade de fazer algum ajustamento na equipe, seja internamente no ministério, ou no Dnit, faremos”.
Sadok Sá foi afastado hoje após denúncias de que estaria favorecendo a construtora de sua mulher. De acordo com matéria publicada no jornal “O Estado de S.Paulo”, a empresa teria faturado R$ 18 milhões com a realização de obras em rodovias federais entre os anos de 2006 e 2011.
O ex-diretor do Dnit substituía temporariamente Luiz Antônio Pagot, que também foi afastado após denúncias de corrupção. A presidente Dilma teria dito a auxiliares que não quer a volta de Pagot à direção do órgão e exigiu uma limpeza geral na pasta.
O afastamento foi uma determinação da presidente Dilma Rousseff, após reunião de emergência com o ministro Paulo Passos. Além de Sá, Frederico de Oliveira também deixou o cargo. Apesar de ser contratado como office boy, ele atuava como assessor informal do departamento e teria representado o órgão no contato com prefeitos.