O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) se reúne quarta-feira (21), às 10 horas, com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, para solicitar a inclusão da Faems (Federação das Associações Comerciais de Mato Grosso do Sul) no Conselho da Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste).
“É uma reivindicação mais do que justa dos empresários do nosso Estado, especialmente em função da força do comércio na economia sul-mato-grossense. Nada mais legítimo do que a Fames ter assento na Sudeco para que ela possa participar diretamente das decisões que a Superintendência venha a tomar na definição dos investimentos a serem feitos em Mato Grosso do Sul”, afirmou o senador
Delcídio participou hoje (19), juntamente com o colega senador Waldemir Moka e os deputados federais Fábio Trad, Antonio Carlos Biffi, Edson Giroto e Reinaldo Azambuja, do café empresarial promovido pela Faems, na sede da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande.
Além de se reunir com o ministro Bezerra, Delcídio vai assinar o documento com a mesma reivindicação, a ser enviado a Sudeco por todos os membros da bancada de Mato Grosso do Sul em Brasília. No encontro promovido pela Faems, do qual participaram dezenas de empresários e dirigentes de associações comerciais de todas as regiões do Estado, o senador voltou a defender a diminuição a carga tributária como forma de promover o desenvolvimento e aumentar a arrecadação.
“A carga tributária no Brasil já passou da conta. Temos que reduzí-la para desonerar investimentos e a folha de pagamento das empresas. Os movimentos nesse sentido já começaram. Na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, por exemplo, estamos discutindo a renegociação das dívidas dos estados, a desoneração das exportações e a revisão dos incentivos à importação. Temos que acabar com essa crença existente no país de que diminuir impostos provoca redução da arrecadação. Ao contrario. Experiências recentes comprovam que, quando se diminui as alíquotas, cai o preço dos produtos, o consumo aumenta e a arrecadação também”, ponderou Delcídio.